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Mulheres não aceitam cantadas machistas, indica pesquisa

Maioria das mulheres,63%, rejeita cantadas com conotação sexual

Da Redação

Atualmente, a maioria das mulheres luta por seus ideais e participa de movimentos feministas e esse aumento do engajamento mudou a forma como elas avaliam seus pretendentes e cantadas. Assim, aquelas com conotação sexual ou que falem apenas sobre o visual delas, por exemplo, são péssimas para gerar uma aproximação. 

Portanto, rapazes, fiquem atentos porque cantadas consideradas machistas queimam o filme e bloqueiam qualquer chance de abrir um diálogo.
 
A constatação é demonstrada por uma pesquisa realizada pelo Match Group LatAm, detentor das principais marcas de sites de relacionamentos que ouviu 1.358 pessoas, com o objetivo de identificar as cantadas que elas consideram machistas e que fecham portas na paquera online.

O estudo revela que a maioria das mulheres, 63%, rejeita cantadas com conotação sexual, enquanto 15% delas odeia que comentem algo sobre o corpo. Por fim, 12% não curtem as cantadas que brincam com visual e 10% as piadas com algum estereótipo.  

“Estes dados são muito importantes, pois comprovam uma mudança de comportamento efetiva por parte das mulheres. Hoje, elas podem muito mais. Colocam limites claros e não fazem nada que as desagradam, principalmente em uma primeira conversa”, analisa Marina Simas, consultora de relacionamento do grupo que realizou a pesquisa.

“Percebemos que cada dia mais as mulheres estão atentas à forma como são abordadas, ainda mais quando o papo acontece em sites e apps de relacionamentos, que são meios em que o diálogo é o principal instrumento para criar a primeira impressão”, diz Mariana Frensel, gerente de marketing do mesmo grupo.

Confira abaixo o resultado da pesquisa:  

Qual é o tipo de cantada que você considera machista e não aceita?

A que tem conotação sexual    63%
Aquela que comenta algo sobre o meu corpo    15%
A que brinca com o meu visual    12%
Piada que brinque com algum estereótipo    10%

Fonte: Match Group LatAm – julho de 2017


Ângelo Medina é editor-chefe do portal Vya Estelar. É jornalista e ghost writer. Com 30 anos de experiência, iniciou sua carreira na cobertura das eleições à Prefeitura de São Paulo em 1988 (Jornal da Cultura). Trabalhou no Caderno 2 - O Estado de São Paulo, Revista Quatro Rodas (Abril). Colaborou em diversas publicações e foi assessor de imprensa no setor público e privado. Concebeu o site Vya Estelar em 1999. É formado em Comunicação Social pela UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora.

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