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Saúde e Bem-estar

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Decidir entre atitude positiva ou não pode te levar a ofuscar todo o contexto

Emoções engessadas são uma escolha

11 maio, 2018

Por Marta Relvas

A atividade emocional do nosso cérebro pode ser de vários aspectos: Proativo, vítima, atento, desligado, observador, desnorteado. Todos nós temos um pouquinho de cada traço, e o que influencia o comportamento humano, são as medidas que tomamos frente às mudanças efetivas em nosso dia a dia.   

O jeito que reagimos a uma mudança no trabalho, na família, ao mau humor de um gestor são indícios de como o nosso cérebro opera tais reações emocionais. E esse contexto muda de pessoa para pessoa.

O importante é perceber que todos nós temos elementos de cada um desses traços no nosso estilo emocional e que podemos escolher.

Muitas vezes, por ter que decidir entre atitude positiva ou não, podemos ofuscar todo o contexto, precipitando situações não reais. O fato é que, por ficarmos vulneráveis em determinadas situações sociais, e isso manifesta-se com frequência, não estamos condenados a viver engessado em um único estilo emocional, pois o cérebro sofre rotas alternativas em busca de novas conexões neurais, a neuroplasticidade, e modifica- se a partir de experiências de vida e cultura.    

 


Bióloga; Doutora e Mestre em Psicanálise; Neuroanatomista; Neurofisiologista; Psicopedagoga e Especialista em Bioética; Tem certificação no programa internacional em Reggio Emília Study Abroad Program na Itália; Title of People Expression Special category Best Practices in Education Neurosciences and childhood and adolescence learning of Erasmus+ University – Europe – Portugal; Membro Efetiva da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento; Membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia Rio de Janeiro; Autora de livros e DVDs sobre Neurociência e Educação – Transtornos da Aprendizagem publicados pela Editora WAK e Editora Qualconsoante de Portugal; Atua ainda como Professora Universitária na Universidade AVM Educacional / Cândido Mendes, nos cursos de pós graduação em Psicopedagogia, Psicomotricidade, Neurociência Pedagógica, e na formação Docente; Professora na Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro nos cursos das áreas: saúde, licenciatura; Professora Mentora do curso de Neurociência e Educação CBI OF Miami. Professora, pesquisadora convidada no curso de pós graduação de Neurociência do IPUB/ UFRJ. Coordenadora do Programa de Pós graduação de Neurociência Pedagógica na Universidade Candido Mendes/ AVM Educacional. Palestrante no Brasil e no exterior.

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