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Como o celular e dispositivos ampliam a aprendizagem em sala de aula

O professor deve dominar o uso de celulares, tablets, aplicativos, projetores de multimídia...

12 mar, 2019

Por Marta Relvas

Na sociedade contemporânea, o uso da tecnologia é fundamental e em muitos casos, essencial para o desenvolvimento de todas as atividades, seja na vida pessoal  ou profissional do ser humano. O fato é que o uso de celulares, computadores, internet, software dentre tantas outras, oportunizou  interações em grande escala à humanidade, se tornando quase utópico a não  utilização de tal ferramenta em diversas situações. Sendo assim, pensar a negação da tecnologia em um ambiente escolar chega ser inconcebível, já que a mesma pode trazer dinamismo ao processo de ensino e aprendizagem.

Na escola o uso desse recurso tornou-se uma importante ferramenta de estudo e pesquisa, e um grande apoio para a aprendizagem ampliada do estudante e de todos os envolvidos no desenvolvimento e aquisição de novas possibilidades dos conhecimentos cognitivos, motores, emocionais e sociais.

Sala de aula: ambiente propício às possibilidades tecnológicas 

A sala de aula passa a ser considerada o ambiente para aquisição dessas novas possibilidades tecnológicas, por meio das metodologias ativas e híbridas, o professor deixa de ser o detentor do saber, e torna- se um colaborador da aprendizagem discente, necessitando o conhecimento de aplicativos  básicos eletrônicos  para ser capaz de exercer sua função. Vale ressaltar ainda, o docente também tem que dominar e usar de todas as formas os computadores, projetores de multimídias, quadros interativos, tabletes, smartphones e vários outros equipamentos tecnológicos tanto no seu dia a dia para estudar, quanto no processo de interação dos conteúdos das aulas.

Dispositivos tecnológicos habituais dos estudantes, crianças e adolescentes, vêm sendo intensificados cada vez mais precocemente. Eles interagem com múltiplos ambientes de forma natural e nativa. Essa geração nasceu na era touchscreen, vive num imenso universo de tecnologia. E essa realidade vem provocando uma profunda mutação no saber, em um permanente processo de mudança.

No cenário atual, a perspectiva da aquisição e a produção do conhecimento é construída de maneira criativa e coletiva,  desmistificando-se então o foco de ensinar para aprender. As tecnologias utilizadas como ferramentas para as metodologias 4.0 são ativas e ampliadas,  agem como instrumentos no processo da construção de conhecimentos. Permitem a passagem do aprendizado teórico descontextualizado para a prática contextualizada conforme suas necessidades, gerando inúmeras possibilidades de novos conceitos estabelecidos e pesquisados.


Bióloga; Doutora e Mestre em Psicanálise; Neuroanatomista; Neurofisiologista; Psicopedagoga e Especialista em Bioética; Tem certificação no programa internacional em Reggio Emília Study Abroad Program na Itália; Title of People Expression Special category Best Practices in Education Neurosciences and childhood and adolescence learning of Erasmus+ University – Europe – Portugal; Membro Efetiva da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento; Membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia Rio de Janeiro; Autora de livros e DVDs sobre Neurociência e Educação – Transtornos da Aprendizagem publicados pela Editora WAK e Editora Qualconsoante de Portugal; Atua ainda como Professora Universitária na Universidade AVM Educacional / Cândido Mendes, nos cursos de pós graduação em Psicopedagogia, Psicomotricidade, Neurociência Pedagógica, e na formação Docente; Professora na Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro nos cursos das áreas: saúde, licenciatura; Professora Mentora do curso de Neurociência e Educação CBI OF Miami. Professora, pesquisadora convidada no curso de pós graduação de Neurociência do IPUB/ UFRJ. Coordenadora do Programa de Pós graduação de Neurociência Pedagógica na Universidade Candido Mendes/ AVM Educacional. Palestrante no Brasil e no exterior.

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