imagem de capa

Saúde e Bem-estar

Saúde e Drogas

O cérebro é como uma orquestra

Cérebro humano aprende pela associação do lúdico

20 mar, 2017

por Marta Relvas

O cérebro humano é o único órgão do corpo humano relacionado à consciência, cognição, emoção, imaginação, criação, inteligência intencional e o instinto como sobrevivência da espécie humana.

Pode ser comparado a uma orquestra o qual sem os “músicos o maestro não tem função alguma”. Ou seja, o cérebro para ser ativado precisa ser estimulado, desafiado.

É constituído por uma teia de conexões de minúsculas células neurais denominadas de neurônios, em média 86 bilhões quando nascemos. Porém, isso não significa que permaneceremos com essa quantidade até a fase adulta, perdemos neurônios ao longo da vida.

O importante para o cérebro humano e que as informações precisam ser coerentes, contextualizadas e associadas com experiências anteriores que estejam arquivadas nas áreas específicas cerebrais, para que ocorra a assimilação e entendimento de determinados conhecimentos.

Outra base fundamental que dá ao cérebro o suporte da construção de saberes e conhecimento é a informação ser sustentada por meio de uma carga emocional, de preferência positiva, para que se possa sustentar e despertar o interesse do indivíduo, pois aprender está relacionado à subjetividade do querer saber.   

Sem dúvida, o cérebro humano aprende por associação do lúdico, e do concreto para abstração. Importante se pensar que o corpo é uma ferramenta da aprendizagem cognitiva, motora, emocional e social, por esse motivo, explorar esse universo físico, torna-se fundamental para a aquisição da aprendizagem.

Para que ocorra a aprendizagem, o aluno depende de alguns fatores como: interesse, estímulo e principalmente atenção.

Experiências revelaram que situações desafiadoras e ambientes “complexos”, agradáveis e divertidos fornecem capacidade extra de que o cérebro precisa para reconfigurar-se. Essa plasticidade dispara um mecanismo pelo qual o cérebro se remodela, para aprender a sentir-se melhor, ou pode ser induzido a se autorreparar, quando estimulado. (RELVAS, 2009, p. 54


Bióloga; Doutora e Mestre em Psicanálise; Neuroanatomista; Neurofisiologista; Psicopedagoga e Especialista em Bioética; Tem certificação no programa internacional em Reggio Emília Study Abroad Program na Itália; Title of People Expression Special category Best Practices in Education Neurosciences and childhood and adolescence learning of Erasmus+ University – Europe – Portugal; Membro Efetiva da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento; Membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia Rio de Janeiro; Autora de livros e DVDs sobre Neurociência e Educação – Transtornos da Aprendizagem publicados pela Editora WAK e Editora Qualconsoante de Portugal; Atua ainda como Professora Universitária na Universidade AVM Educacional / Cândido Mendes, nos cursos de pós graduação em Psicopedagogia, Psicomotricidade, Neurociência Pedagógica, e na formação Docente; Professora na Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro nos cursos das áreas: saúde, licenciatura; Professora Mentora do curso de Neurociência e Educação CBI OF Miami. Professora, pesquisadora convidada no curso de pós graduação de Neurociência do IPUB/ UFRJ. Coordenadora do Programa de Pós graduação de Neurociência Pedagógica na Universidade Candido Mendes/ AVM Educacional. Palestrante no Brasil e no exterior.

Existe reciprocidade no seu relacionamento amoroso?